Rss Feed
    Mostrando postagens com marcador Bases da Internet. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Bases da Internet. Mostrar todas as postagens
  1. Modelo OSI

    segunda-feira, 24 de junho de 2013

    O modelo OSI (Open System Interconection) é um modelo conceitual que caracteriza e padroniza as funções internas de um sistema de comunicações por meio de seu particionamento em camadas (layers) abstratas. Esse modelo foi definido pela ISO (International Organization for Standarition). 

    O modelo conceitual OSI é dividido em 7 camadas lógicas. São elas:



    Camada Física: Também conhecida como PHY, é responsável por fornecer a mecânica elétrica, meios funcionais para estabelecer as conexões entre as entidades de enlace.

    Camada de Enlace: Fornece a comunicação para o TCP e UDP, o método inclui o estabelecimento manutenção e liberação da comunicação. Também é responsável por detectar erros que ocorrem na camada física. O IEEE dividiu o Enlace em 2 sub-camadas: o Logical Link Control (LLC) e o Medium Access Control (MAC).

    Camada de Rede: Fornece os meios funcionais e procedurais para o modo sem conexão (UDP) ou modo conectado (TCP). Fornece também entidade de transportes independentes de roteamento e considerações de relay. Por exemplo: um roteador IP não se incomoda de rotear uma mensagem de email ou uma conversação por voz.

    Camada de Transporte: Tem como objetivo o fornecimento de uma transferência de dados transparente entre as entidades da sessão, liberando-as de detalhes desnecessários. Essa camada garante a conformidade com QoS (Quality of Service).

    Camada de Sessão: Fornece os meios necessários para cooperação das entidades da camada de Apresentação para organizar e sincronizar seu diálogo e gerenciar a troca de dados. A sessão inclui comunicação entre as entidades e define as regras nas quais a comunicação ocorre. As sessões são criadas, a comunicação acontece e as sessões são destruídas ou finalizadas.

    Camada de Apresentação: Fornece uma representação da informação comunicada ou referenciada pelas entradas da camada de aplicação. Fornece também a gestão da sintaxe e conversão para serviços da encriptação.

    Camada de Aplicação: Contém protocolos de alto nível, com os quais os aplicativos conversam. Por exemplo: o Microsoft Outlook precisa conversar com o Simple Mail Transform Protocol (SMTP) para conseguir transferir as mensagens.

  2. Javascript: Linguagem de programação, desenvolvida pela Netscape Inc. Reside dentro de documentos HTML e fornece níveis de interatividade com páginas web que não podem ser obtidas com HTML simples.

    AJAX: “Asynchronous JavaScript and XML” – É a união do Javascript ao XML, essa junção faz com que informações sejam carregadas de forma assíncrona. Usar Ajax no desenvolvimento de serviços web permite que a cada novo dado inserido em um formulário, por exemplo, seja enviado ao servidor e validado quase que simultaneamente, trazendo uma resposta para o cliente antes que ele tenha enviado de fato essa informação.

    ASP: “Active Server Pages” – É um framework cliente / servidor criado pela Microsoft. Tem como principal objetivo a criação de páginas dinâmicas e interativas, usando principalmente a conexão com banco de dados. Os scripts (que rodarão no lado servidor) são adicionados direto nas páginas HTML, mas uma vez que uma página tenha codificação ASP, deve ter sua extensão alterada para .asp.

    PHP: Uma linguagem de programação que permite a criação de sites dinâmicos, inteiramente ligados à banco de dados, o que possibilita envios e atualizações de informação por intermédio de sistemas administrativos, formulários ou outras aplicações. É executado diretamente no servidor, trazendo a informação no próprio html, a vantagem é que o código não é exposto ao cliente.

    Python: Uma linguagem de programação orientada a objetos. Suas características mais marcantes são: uma semântica dinâmica e um mecanismo modernizado para tratamento de erros e execuções. Seu modelo de desenvolvimento é comunitário, o que permite que vários programadores possam contribuir, entretanto é gerenciado pela organização Python Software Foundation.

    Ruby on rails: Um framework de desenvolvimento web escrito na linguagem Ruby. Esse framework tem como função a criação de aplicações web de forma mais descomplicada, é bastante dinâmico e comparado a outras linguagens de programação, permite que muitas coisas sejam feitas com menos código.

    .NET: Uma plataforma de programação cuja principal funcionalidade é rodar diversas linguagens. Desenvolvida pela Microsoft, qualquer código gerado em .NET pode ser executado em qualquer dispositivo que possua o framework dessa plataforma graças ao chamado CLR (Common Language Runtime), que é uma aplicação similar à uma maquina virtual.

    XML: “Extensible Markup Language” – É uma linguagem de marcação para criação de documentos com dados organizados. É classificada como extensível porque permite definir os elementos de marcação e traz consigo uma sintaxe básica que pode ser usada para compartilhar informações entre diferentes computadores e aplicações.

  3. CGI.br

    sexta-feira, 19 de abril de 2013


    O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado maio de 1995 e alterado em setembro de 2003. 
    Sua missão é coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.Composto por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da comunidade acadêmica, o CGI.br representa um modelo de governança na Internet pioneiro no que diz respeito à efetivação da participação da sociedade nas decisões envolvendo a implantação, administração e uso da rede. Desde julho de 2004 o CGI.br elege democraticamente seus representantes da sociedade civil para participar das deliberações e debater prioridades para a internet, junto com o governo.

    O CGI.br mantém grupos de trabalho e coordena diversos projetos em áreas de importância fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da internet no país. Para executar suas atividades, o CGI.br criou uma entidade civil, sem fins lucrativos, denominada "Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR" - NIC.br.



    Registro.br
    Desde 1995, o Registro.br executa algumas das atribuições do CGI, entre as quais as atividades de registro de nomes de domínio, a administração e a publicação do DNS para o domínio <.br>. Realiza ainda os serviços de distribuição e manutenção de endereços internet e também oferece os serviços de engenharia e hospedagem.

    CERT.br

    O CERT.br - Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil. Além de tratar incidentes de segurança, também realiza atividades de apoio a administradores de redes e usuários de internet no país. Destacam-se a produção de documentos sobre segurança de redes, a manutenção de estatísticas sobre spam e incidentes no Brasil e o desenvolvimento de mecanismos de alerta antecipado para redes possivelmente envolvidas em atividades maliciosas.

    CETIC.br

    O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) é responsável pela produção de indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e uso da internet no Brasil, divulgando informações periódicas sobre o crescimento da rede no país. Esses dados são fundamentais para monitorar e avaliar o impacto sócio-econômico das TICs, e também para permitir a comparabilidade da realidade brasileira com a de outros países.

    CEPTRO.br

    O Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br) é o órgão responsável pela execução de projetos aprovados pelo CGI.br e relacionados à Tecnologia de Redes e Operações na Internet. Cabe a ele desenvolver estudos que permitam a inovação e a melhoria do nível de qualidade técnica no uso da Internet, bem como pesquisar tecnologias de redes que estimulem a disseminação da Internet no País, buscando constantemente oportunidades para agregar valor a bens e serviços vinculados à Internet.

    São projetos do CEPTRO.br:
    PTT.br

    O PTT.br é um ponto de troca de tráfego que fornece uma infraestrutura de conexão aos seus participantes distribuída em uma área metropolitana.

    NTP.br

    O NTP.br (Network Time Protocol) define um jeito para um grupo de computadores conversar entre si e acertar seus relógios, baseados em alguma fonte confiável de tempo, como os relógios atômicos do Observatório Nacional, que definem a Hora Legal Brasileira.O NTP.br (Network Time Protocol) define um jeito para um grupo de computadores conversar entre si e acertar seus relógios, baseados em alguma fonte confiável de tempo, como os relógios atômicos do Observatório Nacional, que definem a Hora Legal Brasileira.

    W3C.br
    Acompanhando deliberação do CGI.br e os requisitos do W3C, World Wide Web Consortium, o NIC.br instalou um escritório do W3C no Brasil - o primeiro na América do Sul. O W3C é um consórcio internacional com a missão de conduzir a web ao seu potencial máximo, criando padrões e diretrizes que garantam a sua evolução permanente. Mais de 80 padrões foram já publicados, entre eles HTML, XML, XHTML e CSS. O W3C no Brasil vem reforçar os objetivos globais de uma web para todos, em qualquer aparelho, baseada no conhecimento, com segurança e responsabilidade.

    Grupos de Trabalho
    Os Grupos de Trabalho do Comitê Gestor, GTER - Engenharia de Redes; GTS - Segurança de Redes; e GTRH - Formação de Recursos Humanos, foram criados para subsidiar as decisões e recomendações técnicas, administrativas e operacionais do CGI.br. Seus membros se 'reúnem' por meio de listas de discussões e em eventos periódicos



    FONTE DE PESQUISA: http://www.cgi.br/

  4. Linguagens de marcação

    quinta-feira, 14 de março de 2013


    Linguagem de marcação:

    Pensando nisso, Tim Berners Lee, engenheiro físico da ARPA teve uma ideia, que consistia em criar hiperlinks, ou seja, caminhos que sendo clicados levariam o usuário até o local onde o arquivo desejado estava armazenado.
    Com a criação dos hiperlinks, foi necessário criar também, uma linguagem de marcação de texto, para poder incrementar o seu projeto. Surgia então, a WWW (World Wide Web), ambiente onde o usuário comum poderia navegar por esses dados.


  5. A história da Internet:

    Durante a Guerra-Fria (entre os EUA e a antiga URSS), a necessidade de proteger documentos importantes e guarda-los em locais onde sua integridade não corresse riscos, surgiu.
    Para tanto, a empresa norte-americana ARPA, criou o que viríamos a chamar hoje em dia de “Internet”, uma rede onde vários computadores poderiam ficar interligados e compartilhar documentos entre si, dessa forma, seu objetivo de guardar a informação seria alcançado com certo êxito. Naquela época, seus interesses eram puramente militares.
    Com o final da Guerra-Fria, esses documentos continuaram armazenados e algumas universidades passaram a utilizá-los como meio de pesquisa.
    O conceito de armazenar documentos em computadores, onde pudessem ser acessados de acordo com a necessidade de quem precisasse, só tinha um “problema”, a falta de acessibilidade. Muitos usuários não sabiam como acessar os arquivos que estavam conectados por intermédio da internet, via prompt.